quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Porteiro do "Puteiro"



                    - Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever! 
                    - Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui. 
                    - Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida  inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte. 
          Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? 
          Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho. 
          Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. 
          Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado. 
          Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. 
          Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra. 
          E assim o fez. 
          No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta: 
                    - Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar. 
                    - Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..  
                    - Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo. 
                    - Se é assim, está bom. 
          Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse: 
                    - Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim? 
                    - Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens  mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula. 
                    - Façamos um trato - disse o vizinho. 
          Eu pagarei os dias de ida e volta  mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece? 
          Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou. 
          Voltou a montar na sua mula e viajou. 
          No seu regresso, outro vizinho o  esperava na porta de sua casa. 
                    - Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. 
          Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem,  mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. 
          Que lhe parece? 
          O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora.   E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'. 
          Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. 
          Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. 
          De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. 
          A notícia começou a  se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam  encomendas. 
          Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. 
          Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois,  comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira  loja de ferragens do povoado. 
          Todos estavam contentes e compravam dele. 
          Já não viajava, os fabricantes  lhe enviavam seus pedidos. 
          Ele era um bom cliente. 
          Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens. 
          Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. 
          E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ... 
          E após foram os pregos e os parafusos... 
          Em poucos anos, nosso amigo se  transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. 
          Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. 
          Nela, além de ler e escrever,  as crianças aprenderiam algum ofício. 
          No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola. 
                    - A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou  analfabeto. 
                    - O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar. 
          O senhor construiu um  império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado.  Eu pergunto: 
                    - O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever? 
                    - Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma. 
          Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o 
                                                  PORTEIRO DO PUTEIRO!!!


     Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
     As adversidades podem  ser bênçãos.
     As crises estão cheias de oportunidades.
     Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
     Lembre-se da sabedoria da água: 
     'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'. 
     Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas. 
     Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e, acima de tudo, reconhecer suas virtudes. 
     Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado..... ....   


Sr. Tramontina ... 


     Pessoal, esta aí o tipo de coisa que não se aprende na faculdade.  Só conheço uma faculdade que te ensina a viver com esta adversidade.  Ela é a FDV... FACULDADE DA VIDA!!


Forte abraço e até a próxima!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Levante a plateia com sua apresentação de PowerPoint



Vamos vender? Sim vender! Vender um produto, serviço, projeto ou à nós mesmos.
Uma apresentação é tudo em uma boa idéia. Saber Transmitir o recado é um ponto crucial da "negociação".  


Tirei este tópico do site http://www.papodeempreendedor.com.br sugiro à todos dar uma olhada por lá, tem muitas dicas interessantes.


Abaixo algumas dicas para o bom desenvolvimento de uma excelente apresentação:




 Conte uma história


Toda apresentação deve conter uma narrativa com começo, meio e fim. Na primeira parte você deve apresentar o problema. Pergunte-se: “Qual é a questão que devo responder?”. Lá pela metade, devem aparecer as principais chaves para solucioná-la. Ao mostrar as respostas, lembre-se sempre de voltar para seu problema central, amarrando bem o que deseja resolver. Ao final, sua plateia irá se sentir satisfeita tendo aprendido algo. Dê a ela uma boa explicação sobre a solução encontrada.


 Menos é mais


Há uma tendência de as pessoas complicarem as apresentações inserindo imagens chamativas e textos longos. Muitos desses elementos são desnecessários e contribuem só para dispersar a atenção da plateia. Livre seus slides da desordem! Que tal apenas uma imagem para vender sua ideia? Se precisar usar textos, não ultrapasse uma linha.


Marque sua marca


Tanto no lançamento de uma idéia para investidores quanto na apresentação de novo produto para consumidores, o que você quer é conquistar adeptos para a sua marca. O caminho é reforçar a imagem dela, marcá-la na mente da plateia. Use as mesmas cores, fontes e logos que estão no site ou nos impressos da empresa. A dica é tratar toda a apresentação como se fosse uma campanha de publicidade ou marketing. Não economize na qualidade visual.


Faça uma pausa


De acordo com uma recente pesquisa feita pela Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, a concentração de um adulto em uma apresentação não dura mais de 20 minutos. É importante que você seja curto e vá direto ao ponto. Mas, caso tenha de ultrapassar um pouco o limite dos 20, dê à plateia um momento para relaxar. Conte uma pequena história, faça uma demonstração ou tente qualquer outra coisa que dê ao cérebro uma pausa. Em apresentação recente, Steve Jobs mostrava de repente um slide em branco. Não era um erro, era uma maneira de fazer o público relaxar e manter o foco.


Ensaie. E ensaie de novo


Afinal de contas, uma boa apresentação dependerá da habilidade do apresentador em capturar a imaginação do público e manter sua atenção. Slides e orador devem trabalhar em conjunto. Cada slide complementa uma fala, cada fala complementa um slide. Não olhe para anotações, dispense roteiros e scripts. Foque os pontos chaves e deixe as mãos livres. Para se sair bem, ensaie. E ensaie de novo. Um grande orador vai vender sua ideia

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Essa é uma homenagem à turma de cabelos brancos

          Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.

          "Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.

          "Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. 
          Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ....," - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.

          O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:

          - Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. 
          E você, um bostinha de merda arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?
          Foi aplaudido de pé !   (Autor desconhecido - colhido na internet)

          Mais uma vez volto a tocar neste assunto... qual é o seu exemplo? Qual é a sua obra?
          O tempo todo e a todo o tempo, estamos sendo observados e julgados.  Podemos nos perceber, mas devemos começar a pensar que sempre tem alguém nos observando.
          Isto ocorre no dia-a-dia...  no supermercado, na rua, no ônibus, no metrô, no trabalho... e também virtualmente: Orkut, Faceboock, Twitter...  e aí? O que você faz do seu tempo para deixar um legado, uma história ou uma obra?
          Se preocupe mais em fazer do que explicar. Criar do que destruir.
          Repense seus passos, olhe para traz e veja qual legado está deixando para o futuro. Se sentir que já tem sua missão cumprida..  PARABÉNS!  Mas se seu passado ainda está “vazio” em obras, nunca é tarde para começar... MÃOS À OBRA!   

          FELIZ 2011!!

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Você tem experiência?

No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam responder a seguinte pergunta: 'Você tem experiência?'
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos. Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e com certeza ele será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia e acima de tudo por sua alma.

Redação Vencedora:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar.
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto.
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando.
Já roubei beijo.
Já confundi sentimentos.
Ja peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro.
Já me cortei fazendo a barba apressado.
Já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que eram as mais difíceis de esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas.
Já subi em árvore pra roubar fruta.
Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas.
Já escrevi no muro da escola.
Já chorei sentado no chão do banheiro.
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado.
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar.
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios.
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro, já tremi de nervoso.
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua.
Já gritei de felicidade.
Já roubei rosas num enorme jardim.
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um 'para sempre' pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol.
Já chorei por ver amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo um ir e vir sem razão.

Foram tantas coisas feitas...

Tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção e guardados num baú, chamado coração.
E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita: 'Qual sua experiência?' Essa pergunta ecoa no meu cérebro: experiência... experiência... Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma boa experiência? Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos! Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:Experiência? Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?

(Publicado no jornal interno do RH - Volkswagen do Brasil - nome do candidato não mencionado)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

"Para ser, aja como se fosse."

"Para ser, aja como se fosse."...  já é um bom começo!!


Dê o exemplo! Seja o exemplo! Viva o exemplo!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Até amanhã!

          É! Até amanhã!   Esta frase me inspirou a escrever mais uma vez.  Vou contar como aconteceu.
          Na semana passada resolvi cortar meu cabelo.  Como de costume agendei o último horário do dia.
          Saindo de lá resolvi passar na padaria de sempre e garantir o “pãozinho” do café da manhã.
          Por já passar das 20h a padaria em questão já estava fechada, então foi até outra que fica um pouco mais distante mas nem tão fora do caminho de casa.
          Chegando lá fui atendido, tudo numa boa.
          Paguei a conta e a moça entregou a sacola.
          Quando virei as costa para sair ela disse: -“Até amanhã!”
          Confesso que fiquei em choque e cheguei a trancar o passo.  Até amanhã? Mas nunca venho aqui.  Será que ela me confundiu com alguém?
          Bem, continuei meu caminho e confesso que os 10 minutos seguidos que levei até chegar em casa foram de questionamento.  Porque “até amanhã”?
          Cheguei a conclusão que isto nada mais era uma forma simples e de grande resultado de MARKETING.  Isto mesmo!
          Durante o dia seguinte (o então amanhã) fiquei com o “até amanhã” em minha cabeça.
          O resultado disto é que acabei novamente caminhando um pouco mais e retornei à padaria em questão.  Afinal a atendente havia me deixado no compromisso de ir lá no outro dia, quando me disse “até amanhã”.
          Como é simples captar, manter ou reaver clientes.  Basta ser criativo!
          
          Esperando ter o mesmo resultado... forte abraço e ATÉ AMANHÃ!!

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Chamar ou reconhecer?


        Uma peça de teatro que nunca acaba... isto se chama VIDA
        Seus atores tem que improvisar quase que o tempo todo... estes CHAMAMOS de PESSOAS...
mas nem sempre eles desenvolvem um bom papel.
        Para explorar o melhor de cada um é preciso muita atenção e reconhecimento... isto É MOTIVAÇÂO
        E para este trabalho existem os verdadeiros diretores... estes RECONHECIDOS como LÌDERES!.

Autor: Rafael Brilhante - http://rafaelbrilhante.blogspot.com

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Qual é a sua obra?

 Cada vez mais me faço esta pergunta.  Acabo de encerrar mais uma grande, aliás “enorme”, fase da minha vida.
No último dia 21 de agosto tive minha última reunião como sócio do Rotaract Club Taquari, depois de 13 anos de Família Rotária.
Tudo começou em 08 de agosto 1997.  Com 17 anos resolvi aceitar o convite de dois grandes amigos para participar do então Interact Club de Taquari.
Naquele tempo, mesmo estando no término do segundo grau e já quase na maior idade, eu era um jovem divertido mas ao mesmo tempo muito tímido.
Em outubro daquele ano me deram o cargo de tesoureiro do clube, já que eu fazia o curso técnico em contabilidade.  Em dezembro fui eleito presidente do clube.   Assim assumi este cargo no início do Ano Rotário, 1º de julho 1998.
Vendo a forma que meus companheiros de clube, e os próprios rotarianos agiam e falavam em público, descobri o meu caminho.  Era isto que eu tinha como objetivo: Falar em público!
Foi muito estranho e demorado aquele caminho, mas tice as pessoas que me deram sustentação para este objetivo, mas principalmente eu soube aproveitar as oportunidades que surgiram à minha frente.
Depois de um ano como presidente daquele clube fiquei um ano formando, negociando e convidando jovens para juntos formarmos o Rotaract Club de Taquari, que na época não existia.
Em 16 de junho de 2000 estávamos fundando aquele clube, e novamente eu como presidente.  Tomei gosto pela “coisa”!
Com excelentes companheiros fomos executando projetos, participando de treinamentos e conhecendo maravilhosas pessoas por este mundo à fora.
Em julho de 2005 assumí como Representante Distrital de Rotaract.   Com a função de integração e coordenação dos clubes do Distrito 4.680 do Chuí à Candelária-RS.
Tempos difíceis.
Digo sem sombra de dúvidas que foi o momento mais difícil da minha vida.   Minha vida profissional, financeira e consequentemente pessoal estava uma bagunça.  E mais esta responsabilidade.
Não fui nem próximo do que eu queria ter sido no exercício desta função.  Na época eu disse que eu fiz o que “foi possível”.
Hoje 5 anos depois, com minha vida já organizada, vejo que “fiz o impossível” naquele tempo.  Não acredito que suportei tudo que passei naqueles momentos.
Nestes 13 anos participei de vários treinamentos Brasil à dentro.  Estes com pessoas verdadeiramente especiais.
Nestes momentos conheci muita gente boa.  Outras nem tanto, mas sem sombra de dúvidas isto me ensinou a reconhecer o interior das pessoas em um simples BOM DIA.
E isto me ajuda diariamente em minha vida profissional.  Em cada cliente que visito sei como tratar e como “lidar” com estas pessoas ao qual eu convivo.
Pergunto-me novamente: Qual é a sua obra?
Minha obra é nada mais nada menos do que meu conhecimento.
Agora quero repassar este conhecimento.   Estou finalizando uma palestra/treinamento que tem como finalidade o desenvolvimento de liderança em jovens.
Não quero “criar” formadores de opinião, mas sim, QUESTIONADORES de opinião.

Amigos leitores, pretendo agora ter mais tempo para vocês.  Quero a opinião verdadeira sobre meus textos.
Minha intenção não será MUDAR a opinião das pessoas, mas dar a oportunidade de questionar o que temos como regra.


Forte abraço!